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Quando vem   desânimo
monto  fantasia  esperta
para me reconstruir
Se  me  sinto  cismada
um retrocesso mais forte
às  minhas raízes
levam-me
a ponderar
e sorrir
Se essa manha
não vinga
me calo  em um canto  
e medito
Descubro assim
o infinito
que mal posso
seguir
Sou cisco
sou folha ao vento
sou  eu mesma o tormento
um ponto branco no preto

E volto a me iludir
luferretti
Enviado por luferretti em 14/12/2008


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